Cordoglio dell'on. Merlo per la scomparsa di Mario Basti

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Esprimo  vivo cordoglio per   la scomparsa di Mario Basti, esponente di spicco della collettività italiana in Sudamerica, giornalista fondatore della Tribuna Italiana, organo fondamentale di informazione della nostra comunità, che tanto ha dato come uomo e come professionista per la crescita e il progresso della nostra  Italia.

La sua figura resterà per sempre nei nostri cuori legata alla sua Finestra:  un modo per guardare dentro e fuori della nostra società con gli occhi di un emigrato che è stato testimone dei grandissimi cambiamenti dell’ultimo secolo.

Ci mancheranno la sua responsabilità, la lucidità del suo pensiero e l’ eleganza di un tempo che insieme a lui scompare.

Alla sua famiglia e  a tutti quanti lo piangono, oggi, le mie più sentite condoglianze.

Ricardo Merlo

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Merlo all'incontro tra il Sindaco Alemanno e il Governatore Macri

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Roma, 9 dicembre 2008:-  Importante incontro,  quello di oggi, al Campidoglio tra il Sindaco di Roma, Gianni Alemanno, e il Governatore della Città Autonoma di Buenos Aires, Mauricio Macri, al quale ha partecipato anche l’on. Ricardo Merlo (deputato del MAIE), che lo ha così commentato:“Oggi si sono messe  le basi per una consistente partecipazione della Capitale italiana al progetto per le  celebrazioni del bicentenario del primo governo della Repubblica Argentina.

A partire dal 25 maggio 2009  cominceranno le celebrazioni, a cui prenderanno parte numerosi Paesi:  perciò il Governatore della città - capitale della Repubblica Argentina, Mauricio Macri, ha voluto esprimere al Sindaco Alemanno il desiderio  di vedere partecipare anche  la città di Roma a questo evento storico.Il Sindaco Gianni Alemanno ha accettato l’invito e insieme al Governatore Macri hanno  firmato una lettera d’intesa.Ciò conferma, non solo i legami di amicizia tra le due capitali, ma anche   la considerazione che il Gobernador Macri  ha dimostrato, in questo incontro, verso la collettività italiana, la cui presenza in Buenos Aires è tra le più numerose di tutto il mondo.”All’incontro, oltre all’on. Ricardo Merlo,  erano presenti la sig.ra Norma Nascimbene de Dumont, Ministro Plenipotenziario e Incaricata d’Affari dell’Ambasciata Argentina a Roma, l’on. Marco Zacchera,  presidente  del Comitato Permanente Italiani nel Mondo e Stefano Andrini, collaboratore del Sindaco Gianni Alemanno, per le politiche degli italiani all’estero.

 

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Ricardo Merlo parla all'Unione e Benevolenza - YOU TUBE

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L'on. Ricardo Merlo presenta la lista dei candidati del Movimento Associativo Italiani All'Estero nella sede della storica associazione Unione e Benevolenza di Buenos Aires.
Alle sue spalle si intravedono i candidati al Senato Giai, Toniut, Iotti, Benedet e alla Camera Boscolo, Moretti, Borghese, Molossi.


Guarda il VIDEO (Gino Amoretti- YOU TUBE)

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Pelo direito à igualdade na transmissào da cidadania italiana

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Por Tatiana Buff

ImageO segundo mandato consecutivo do deputado ítalo-argentino Ricardo Merlo, presidente doMAIE (Movimento Associativo dos Italianos no Exterior), começa com uma bandeirahasteada nos anos 60 em todo o mundo, mas que, na Itália, ainda não foi completamentedesfraldada: o reconhecimento da igualdade de direitos das mulheres. Não, ele não éfeminista. Tampouco machista. Porém, neste que é um dos países integrantes dogrupo dos mais desenvolvidos do mundo, as aparências podem às vezes confundir ecertas aspirações transbordar os campos moral, sexual e legal. Na península, asmulheres italianas emigradas ainda não podem usufruir o direito de transmitira cidadania jus sanguinis (direito de sangue, princípio que atribui nacionalidade a alguém de acordo com a de seus pais) aos próprios filhos se nascidos antes de 1948.Trata-se de um resquício do regime fascista. A depender do deputado Ricardo Merlo, oparlamentar mais votado em todo o exterior, a velha restrição está com os dias contados.

Aberta a 16ª legislatura, Merlo apresentou proposta de lei para modificare integrar a lei número 91/1992 à matéria de cidadania italiana. O projeto,que na legislatura passada já havia passado pela avaliação de 12 comissões parlamentares, recomeça sua trajetórialegislativa “com uma chance a mais”,segundo o parlamentar, “dada a grande participação de colegas que quiseram subscrevê-la”. Alguns dos signatários são os deputados Mirko Tremaglia (exministropara os Italianos no Exterior),Aldo Di Biagio, Guglielmo Picchi, PeppeAngeli, Maurizio Paniz, do PDL, Gianni Farina, Fabio Porta, Franco Narducci eCostantino Boffa, do PD.

— Espero que nesta legislatura secompreenda essa injustiça que muitos sofrem, há anos, e se queira, de umavez por todas, remover esta anacrônica disparidade de tratamento das mulheres.Disparidade que está em contraste com a Constituição italiana e que vai contranormas internacionais da ONU que prega a eliminação de todas as formas dediscriminação em relação às mulheres — afirma Merlo.

Em entrevista por e-mail à Comunità, o deputado traçou um panorama do cenáriopolítico que começa a adquirir seus primeiros contornos no terceiro governo Berlusconi.Segundo ele a fase ainda é de “delineamento e expectativa” quanto ao que virá pelafrente. Não por acaso, o MAIE, inscritono Grupo Misto da Câmara e no Grupo pelas Autonomias no Senado, se absteve dovoto de confiança ao presidente do Conselho, Silvio Berlusconi, no início de maio.

— Decidimos por não assinar umcheque em branco para ninguém —justifica Merlo.

ComunitàItaliana - Quais semelhanças e diferençaso senhor percebe no Legislativo sob o governo Prodi e este de Berlusconi?
Ricardo Merlo - Para começar, é preciso explicar que na legislaturapassada havia 40 partidos no Parlamento, ao contrário de hoje, em que há apenas sete e o MAIE
é um deles. Na 15ª legislatura, a maioria era composta por novepartidos, sem contar os indivíduos dissociados que, por sua vez, haviam fundado micropartidos.
Hoje, a maioria é formada pela coligação PDL-Lega. Depois datraumática experiência do governo Prodi, se enxerga atualmente uma situação melhorada do ponto de vista da estabilidade política e da governabilidade.

CI – Logo no primeiro dia de trabalho do Parlamento foram apresentados643 projetos de lei. Como avalia esta grande quantidade legislativa?
RM - A apresentação de projetos (ou propostas) de lei é apenasum dos numerosos passos legislativos que devem ser realizadospelos parlamentares, antes da cidadania aprovação de uma lei. O itinerário legislativo prevê que o parlamentar apresente sua proposta, que é consignada às diversas comissões parlamentares. Depois, de acordocom a urgência do tema ou estratégia política do governo, ascomissões a agendam, isto é, as colocam na ordem do dia, examinamseus textos e sucessivamente exprimem seu parecer. Terminadaesta fase, ou seja, quando todas as comissões deliberaram sobreo texto de cada uma das propostas, o projeto passa ao voto daAssembléia. Como se vê, o fato de apresentar uma proposta delei não é nada mais que o primeiro passo. Não significa, portanto,que todas as propostas apresentadas se transformarão em lei.

CI - O senhor já apresentou alguma proposta de lei?
RM - Apresentei três projetos. Um se refere à criação de uma ComissãoBicameral para os italianos no exterior. Seria um instrumento indispensável para coordenar as ações legislativas de todos os 18 parlamentares eleitos no exterior e para elaborar estratégias comunsque tenham maior eficácia. O segundo se refere à modificaçãoda lei sobre a cidadania, para eliminar a discriminação contra mulheresna transmissão deste direito aos filhos nascidos antes de 1948.Eliminar esta discriminação absurda e permitir às mulheres italianas emigradas que transmitam a cidadania os próprios filhos, nascidosantes de 1948, continua a ser umdos meus objetivos. Espero que nesta legislatura se compreenda essa injustiça que muitos sofrem, há anos, e se queira, de uma vez por todas, remover esta anacrônica disparidade de tratamento das mulheres. Disparidade que, além de estar em contraste com a Constituição italiana, se opõe a normas internacionais, como a Convençãoadotada em 1979 pela Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas, para a eliminação de todas as formas de discriminação em relação às mulheres, ratificada pela Itália em 1985. Porfim, o terceiro projeto de lei é uma proposta que abrange a promoção das associações que desenvolvem atividades sociais em prol das comunidadesitalianas no exterior.

CI - Um dos projetos apresentadosnos primeiros dias desta legislatura visa alterações na lei que permite o voto dos italianos no exterior. Especula-se que há sérias expectativas de modificá-la. Uma justificativa para a eventual reforma recaisobre a fragilidade do sistema eleitoral, que daria espaçoa fraudes. Como avalia estas circunstâncias?
RM - Sem dúvida haverá uma reforma eleitoral, embora não saibamos ainda de que maneira essa reforma atingirá o voto no exterior.

CI - Está prevista a realização de um plebiscito no próximo ano para ratificar a lei que permite o voto no exterior. Poderia explicar o que significaria este “referendum”, e se isto pode realmente anular ou vetar um direito adquirido?
RM - Em sentido técnico, não falamosde plebiscito, mas de referendum, cujo uso está regulamentadopela Constituição e em termos muito precisos. O referendumé um instrumento de democracia através do qual os cidadãossão consultados diretamente acerca de temas específicos. No nosso caso, se o Parlamento não modificar em até um ano alei eleitoral, atualmente em vigor, haverá o referendum, isto é,os cidadãos serão chamados a se manifestar para ab-rogar (ou seja,anular) algumas partes da lei eleitoral, caso considerem necessária essa modificação.

CI - Qual sua opinião sobre o gabinete ministerial do governo Berlusconi?
RM - Não posso exprimir uma opinião geral, mas sei que algunsmembros do Conselho já foram encarregados anteriormente em funções análogas. Estou convencido de que Berlusconi tenha querido um Conselho dos Ministros menos rebelde do que aquele de Prodi. Acho preocupante, porém, que não tenha querido manter um Ministro para os Italianos no Mundo, ou ainda apenas um Vice-ministro. Este não é um bom sinal.

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Voce D'talia intervista Ricardo Merlo

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di Edda Cinarelli

Ricardo Merlo, del Movimento Associativo Italiani all’Estero, il vero vincitore delle elezioni italiane all’estero.

 

E.C..: Ha vinto con quasi 52 mila preferenze. È stato il candidato più votato del mondo, dicono che è il vero vincitore di queste elezioni all’estero.
Caspita! Ma come si sente?

R.M.: Molto bene e molto soddisfatto. Questo risultato è un riconoscimento al lavoro fatto dal MAIE. Significa che la gente ha capito il nostro messagio e il progetto futuro.

E.C..: Qual è questo progetto ?

R.M.: Ci vorrebbero due ore per spiegarglielo bene. In sintesi riguarda la costruzione politica di un movimento italo latinoamericano democratico, partecipativo, che sia realmente rappresentativo delle realtà latinoamericane. La gente ha capito il messaggio e lo ha votato in massa. I voti di preferenza non sono andati solo a me, ma ad una squadra che ha lavorato benissimo, composta in prevalenza da giovani, che assicureranno al movimento un futuro importante.

 

 

E.C..: Dopo la vittoria dell’AISA del 2006, più che meritata, si è allontanato dal senatore Pallaro. A guardarci bene l’ hanno seguita alcune persone molto rappresentative, che avevano contribuito e determinato con il loro appoggio o la loro presenza alla vittoria di quella lista. Si ha l’impressione che dopo la vittoria alle elezioni 2006 sia successo qualcosa, che le ha deluse.

R.M.: Credo che la politica sia questione di scelte costanti. Loro, direi la maggioranza delle persone che avevano supportato l’AISA, non tutte, dopo averci riflettuto su, hanno deciso di seguirmi ed il risultato si vede dai numeri. Non si sono sbagliate. Hanno fatto una scelta giusta, lo dice il risultato.

 

 

D.: Così come non c’erano sospetti di presunti brogli sulla vittoria dell’AISA nel 2006, ora non ci sono sulla vittoria del MAIE, ma continua ad esserci sulle elezioni degli italiani all’estero l’ombra di presunti brogli ed irregolarità, pensa che ci siano stati?

R.M.: Rispondo che se qualcuno ne ha le prove non deve rivolgersi alla stampa ma deve andare dalla giustizia.

 

D.: La campagna non Le è sembrata aggressiva?

R.M.: Mi è sembrata normale. Mi sono concentro su quello che facevo io, sulle mie strategie. Negli ultimi sei anni ho fatto tre campagne elettorali, quella del Comites 2004, quelle politiche del 2006 e le ultime, le ho vinte tutte e tre e ho sempre sentito dire le stesse cose. Non bisogna farci caso. Io non ho mai denunciato nessuno, non ho mai aggredito nessuno.

 

E.C.: Durante il governo Prodi stava per essere approvata la legge per il riconoscimento della cittadinanza italiana ai figli di madre italiana nati prima del ’48. Ora questa legge deve rifare tutto l’iter parlamentare dagli inizi?

R.M.: Bisogna ricominciare tutto da capo. Per questo credo che la stabilità politica sia un valore per tutti e che con questo governo avremo la possibilità di lavorare per più tempo e far approvare le leggi.

 

E.: E’ un governo forte!

R.M.: E’ un governo che durerà di più. Per difendere gli interessi degli italiani nel mondo, noi parlamentari eletti all’estero, dovremmo metterci d’accordo e formare un blocco unico e compatto, se dovessimo dividerci per seguire gli ordini dei partiti, faremmo una cosa assurda.

 

E.C.: Come vede il panorama politico italiano?

R.M.: La gente con il voto ha fatto una riforma che la classe politica non era riuscita a compiere. Se facciamo un confronto tra il governo anteriore e quello attuale vediamo che prima c’erano 40 partiti politici alla Camera e 40 al Senato, oggi ce ne sono nove. Ci saranno meno ministri, meno voti di fiducia,. più governabilità e stabilità .Gli italiani hanno preso questa strada, che bisogna rispettare. Oggi c’è questo governo, domani ce ne sarà un altro. L’alternanza nel potere è alla base della democrazia. Questo lo dovremmo capire anche in Argentina.

 

E.C.: Non capisco niente di politica argentina.

R.M.: Non mi riferivo solo alla politica argentina, ma anche alla collettività italiana in Argentina, ci vorrebbe alternanza nel potere. Per chi fa politica l’errore più grande è quello di non saper leggere la realtà, ora bisogna comprendere i risultati di queste nuove elezioni e decidere di conseguenza.

 

E.C.: Crede che Berlusconi sia un animale politico?

R.M.: Ha vinto molto bene quindi è un grosso personaggio politico.

 

E.C.: Perché la stampa in Argentina ne parla sempre male?

R.M.: Nel periodo in cui ha governato ha avuto un cattivo rapporto con il governo argentino. In tutti gli organismi internazionali l’Italia votava sempre contro la possibilità di concedere crediti all’Argentina. Bisogna cercare di ricucire lo strappo ed avvicinare i due paesi.

 

E.C.: Secondo la Contini Berlusconi desidera avere dei buoni rapporti con tutti i governi latino americani. Caselli sicuramente si adopererà in proposito.

R.M.: Io sarei felice che sia così perché i vincoli tra i due governi siano molto buoni, visto che più della metà della popolazione ` Argentina e d`origine italiana..

 

Edda Cinarelli

 

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